Colchões tem prazo de validade, e é preciso atentar para alguns sinais que identificam se já está na hora, ou não, de fazer a substituição

 

Para uma noite de sono com qualidade é importante cuidar do colchão, do travesseiro e da posição em que você dorme. De acordo com a fisioterapeuta Lilian Scarpin, tanto o travesseiro como o colchão tem vida útil e devem ser substituídos regularmente. “Os fabricantes recomendam trocar o colchão de espuma a cada 05 anos e o de mola, a cada 10 anos. Um travesseiro dura em média, dois anos, mas também vai depender do seu uso. “

 

Como analisar então a hora de trocar o seu colchão?

A fisioterapeuta explica que um colchão “vencido” pode trazer prejuízos à saúde, e dá dicas para que você descubra se já está na hora de fazer a troca do seu. “Se o seu colchão apresentar abaulamentos ou afundamentos, a hora da troca já passou faz tempo. Uma das maneiras mais fáceis de verificar se ele ainda está bom é experimentando um novo. Assim, você poderá compara-lo com o antigo. Outro fator que indica a necessidade da troca do colchão é o sintoma físico, como dores no corpo, alergias respiratórias e noites mal dormidas’, completa Lilian.

 

O colchão ideal

Deve ser firme o bastante para suportar o peso corporal e flexível o suficiente para acomodar as saliências físicas, a coluna vertebral na posição correta. Na hora da compra, é fundamental avaliar o tipo de conforto que a pessoa procura. “Antes de fechar negócio, é preciso deitar e permanecer por cerca de 5 minutos na mesma posição em que está acostumado a dormir, para sentir a acomodação do corpo. Se o colchão for de casal, os dois devem prova-lo juntos. A adaptação do colchão pode levar até 30 dias. E afirmo, que não se deve sentir vergonha de experimentar um colchão novo na loja. Afinal, você passara um terço da sua vida dormindo e o local do seu sono merece ser adequado”. A fisioterapeuta Lilian Scarpin diz ainda que “o material não pode lhe causar nenhum tipo de incomodo, não se deformar com facilidade e não afundar as bordas. Recomendo ainda considerar as características individuais de quem vai usá-lo, como o tamanho do pescoço, a altura do ombro e do quadril, o peso e a altura”, diz ela.

 

Lilian Scarpin – Fisioterapeuta – CREFITO-8 170233-F

 

 

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